terça-feira, 31 de maio de 2011

A RAINHA "DURACEL..."

Rainha Elizabeth II - Essa dura mesmo

Com Obama
Com Bush (filho)
Com Cliton
Com Bush (pai)
Com Carter
Com Reagan (falecido)
Com Ford (falecido)
Com Kennedy (assassinado)
Com Nixon (falecido)
Com Eisenhover (falecido)
Com Truman (falecido)

....É a Rainha Elizabeth da Inglaterra. Já matou uns 3 papagaios, ou melhor, 6 presidentes americanos, que já subiram e ela aí, firme, vivinha da silva.

Quem me enviou foi o amigo e Confrade, Verneck. Compartilho (MIF)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

PADRINHO "CIÇO" SABIA DAS COISAS





OS MANDAMENTOS DO PADRE CÍCERO PARA O AGRICULTOR


1. Não derrube o mato, nem mesmo um só pé de pau.

2. Não toque fogo no roçado nem na caatinga.

3. Não cace mais e deixe os bichos viverem.

4. Não crie o boi nem o bode soltos; faça cercados e deixe o pasto descansar para se refazer.

5. Não plante em serra acima, nem faça roçado em ladeira muito em pé: deixe o mato protegendo a terra para que a água não a arraste e não se perca a sua riqueza.

6. Faça uma cisterna no oitão de sua casa para guardar

água da chuva.

7. Represe os riachos de cem em cem metros, ainda que

seja com pedra solta.

8. Plante cada dia pelo menos um pé de algaroba, de caju,

de sabiá ou outra árvore qualquer, até que o sertão todo

seja uma mata só.

9. Aprenda a tirar proveito das plantas da caatinga, como a maniçoba, a favela e a jurema; elas podem ajudar a você a conviver com a seca.

10. Se o sertanejo obedecer a estes preceitos, a seca vai aos poucos se acabando, o gado melhorando e o povo terá sempre o que comer.

11. Mas, se não obedecer, dentro de pouco tempo o sertão todo vai virar um deserto só.

Quem desmata semeia o inferno na Terra.

Sobre o post, Verneck disse:

MARCÃO

Esses ensinamentos era do agrônomo e professor Vasconcelos Sobrinho, da Escolade Agronomia do Recife. No inicio a copia tinha: "Os Mandamentos do PadreCícero para o Agricultor, segundo Vasconcelos Sobrinho". Depois, com novas publicações, onome de Vasconcelos Sobrinho desapareceu e hoje as pessoas acreditam que os ensinamentos são do "MeuPadin Ciço do Juazeiro". Inclusive, no tempo de Padre Cícero, a algaroba erauma árvore desconhecida no sertão nordestino, praticamente não existia. Esses ensinamentos do professor Vasconcelos Sobrinho é dos anos de 1970.


Um abraço,


Verneck - ABER-PB

domingo, 29 de maio de 2011

SIBÁ DISSE NÃO E JUSTIFICA


Sibá justifica seu voto NÃO ao novo Código Florestal

Companheir@,

O texto da proposta do Novo Código Florestal apresentado pelo deputado Aldo Rabelo (PCdoB-SP) e aprovado na noite de terça-feira (24) representa um verdadeiro retrocesso para a legislação ambiental brasileira.Este é o meu posicionamento e motivo pelo qual votei NÃO.
O meu posicionamento é acima de tudo ideológico e coerente com os princípios que sempre defendi. Enquanto cidadão, parlamentar e representante de um estado com enorme potencial ambiental não poderia aprovar um projeto que se diz novo, mas que atende a velhos interesses. A emenda 164, aprovada no Código e de autoria do PMDB , é uma verdadeira tragédia para o Brasil. Acompanhe as repercussões internacionais na mídia e verifique.
A emenda tem três problemas graves:
1) permite a ocupação em áreas de proteção ambiental (APPs);
2) garante a ocupação desordenada das áreas rurais, o que significa consolidar o desmatamento já praticado; e
3) flexibiliza a legislação, transferindo a política ambiental para os estados.
No meu ponto de vista, isto é uma temeridade, podendo levar a uma insegurança jurídica, tendo em vista que a legislação ambiental deve ser unificada em todo o país. Permitir que cada estado tenha a sua própria legislação ambiental é um risco, pois podemos inclusive ficar reféns de interesses locais norteados por interesses pontuais, que não aqueles voltados para a preservação e a sustentabilidade ambiental.
O mais grave de todos os artigos do referido Código é o 33, que abre caminho para anistiar todo tipo de desmatamento ocorrido até 22 de julho de2008.Tem ainda problemas como a permissão para exploração de manguezais em áreas de APPs. Mesmo não fazendo parte da vegetação da nossa Amazônia, são estes alguns dos pontos estratégicos que garantem equilíbrio entre a agricultura e o meio ambiente.
Essa é uma emenda com o jeito da bancada ruralista, que vai contra todas as decisões importantes de preservação que o Brasil adotou e que nos coloca hoje num patamar internacional de reconhecimento. Reafirmo minha disposição de continuar lutando para oferecer ao Brasil uma política ambiental equilibrada e coerente com a minha postura político ideológica, sempre!.
Minha expectativa são as mudanças que podem ocorrer no Senado, e que,não resolvidos estes problemas, a presidenta Dilma vete o dispositivo.
Um abraço do:

Sibá Machado

(Acompanhe diariamente minhas atividades na Câmara, acesse www.sibamachado.com.br)
Sibá foi o único Deputado Federal do Acre, que votou NÃO, ao novo Código Florestal. Ele o fez, porque a liderança do PT na Câmara liberou a bancada, apesar, do governo recomendar o voto SIM. O novo Código apesar de não ser o ideal é palatável. Foi o projeto que foi possível construir depois dos debates com as forças sociais por mais de 2 anos. O trágico foi a aprovação da Emenda 164, que o PMDB pegou da oposição e conseguiu aprovar. Foi o mesmo que colocar um elefante numa loja de cristais. A Emenda ficou piuor que o Soneto (A lei). Na votação da Emenda, tanto o Governo como o PT, encaminhou votação contrária a aprovação e, lamentavelmente, o parlamentar do PT-Ac, Thaumaturgo Lima, votou favorável a Emenda. Uma vergonha. (MIF)

sábado, 28 de maio de 2011

O BARCELONA PASSEIA EM WEMBLEY...

Messi, marcou o 2º gol da vitória do Barcelona, por 3 a 1

Messi e Mascherano, (os argentinos do Barça), erguendo a taça

...E se sagra campeão europeu de clubes, vencendo o Manchester,na sua casa,por 3 a 1, com mais um show de Messi.

VINICIUS E TOQUINHO CANTANDO PRÁ ROSA

Hoje, minha cunhada Rosa Alves de Oliveira Fernandes, casada com meu irmão Rogério, completa 57 anos. E como ela é muito poderosa, quem vai cantar prá ela é Vinicius e Toquinho, uma de suas músicas clássicas e que Rosa gosta muito - Tarde em Itapoã. É o seu presente Rosa. Parabéns e felicidades. são os votos do "barquinha" marcão.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

PARABÉNS SIMONE.

Simone Angélica



Simone Angélica, uma jovem de Natal, que me acompanha no Blog, faz aniversário amanhã. Ela entra na casa dos trinta e uns..... esbanjando charme, humor e alegria de viver. Vou presenteá-la com essa música do Gilberto Gil, que a compôs em 1979, ano de nascimento da Simone. Nunca as mulheres foram tão homenageadas como nessa música, que é de um lirismo e de uma beleza extraordinárias. É prá você Moninha.

PAI INÁCIO BOTANDO O BARALHO!!


Botei meu baralho de Tarô para alguns membros da família e amigos mais chegados e descobrí, através dos seus nomes (de solteiro), qual é o Arcano Pessoal que rege a vida de cada um. O meu, e do Alexandre, detalhado na postagem anterior, é a carta 16 - A Torre; o da Eró é O Imperador, a 4ª carta do baralho; o da Ana, é a carta 14 - A Temperança; o de Abelardo, é O Mundo, carta 21; papai, Penha e Max são regidos pela carta 18 - A Lua; mamãe, é a carta 8 - A Justiça; Carlos Magno, Roberto de Penha, Rosa de Rogério e meu amigo Homero, são regidos pela carta 13 - A Morte; Rogério, Comandante Barca Furada, pela carta 10- A Roda da Fortuna; Araken, pela 12 - O Pendurado; o de Dácio Rodrigo, é a carta 11 - A Força; Leonardo, meu sobrinho é regido pela carte 15 - O Diabo; e minha amiga Mônica Angélica, que acompanha meu blog, tem o Sol como Arcano com a carta 19. Agora quem quiser saber de mais detalhes, agendem uma consulta e depositem 100 reais na minha conta (depois informo a conta).

Conheça mais sobre o Tarô e lembrem-se:

AS CARTAS NÃO MENTEM, JAMAIS!

Tarô - O Significado dos Arcanos
O tarô é um jogo de 78 cartas. Mais que um jogo é uma inesgotável fonte de conhecimento. Dividido em 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos menores. Sua origem ainda é motivo de muitos estudos. Acredita-se que a palavra tarot, significa "ROTA". O mais conhecido no mundo Ocidental é o de Marselha, mas além dele há muitos outros, como o cigano, o mitológico, o esotérico e etc. Eu adoro o tarô das BRUXAS , que além de ser muito bonito, traz os elementos da Arte. Muitos bruxos conseguem através do tarô, passar através da ponte mágica, que nos leva ao mundo da intuição e magia. O tarô também está tendo uma importância muito grande na meditação e na Terapia de Vidas Passadas.
O Significado dos Arcanos I - O Mago - Criatividade, início, esforço incansável, dedicação aos ideais e busca do conhecimento. Representa a habilidade. Ele tem várias coisas sobre a mesa e parece saber manuseá-las muito bem. O MAGO sabe aproveitar as oportunidades da vida. Tem os pés no chão mas o seu chapéu lembra o símbolo do infinito (um oito ao contrario). Isso quer dizer que ele não perde a noção da realidade, ao mesmo tempo em que sabe ter como meta o infinito. Recomenda que usemos as armas que estão ao nosso alcance.
II - A Papisa - Poder, sabedoria, bom senso, discernimento, moralismo e segurança. É a grande mãe, dona do conhecimento. Repare que seu chapéu ultrapassa os limites da carta, o que significa mente poderosa. A sua figura serena recomenda calma e o melhor aproveitamento possível das nossas experiências. Tem a seriedade de quem trata de assuntos importantes com harmonia, sabendo conciliar os opostos.
III - A Imperatriz - Progresso feminino, talento natural, fertilidade, intuição, poder de decisão e ação. Representa os valores materiais da mulher, sua fecundidade e beleza. Dona de muito poder, ela tem o cetro na mão esquerda, que por sinal está aberta. Isso significa um poder receptivo e não autoritário.
IV - O Imperador - Poder, honestidade, organização, segurança, realização e apoio. É o grande homem. Tem força e poder. Com o cetro na mão direita fechada, ele olha com firmeza, representando a força por meio do SUCESSO material. Sua coroa é vermelha e amarela, mostrando força e inteligência.
V - O Sumo Sacerdote - Autoridade, equilíbrio, inteligência, justiça, poder ESPIRITUAL e dever moral. É o grande pai da espiritualidade. Repare que ele parece estar orientando as duas figuras que estão na parte inferior da carta.
VI - O Namorado - Momento de escolha, liberdade, AMOR , união, beleza e perfeição, confiança, cautela e otimismo. Aparece dividido entre duas mulheres. Não se sabe se elas são sua mãe e namorada ou uma mulher mais jovem e outra mais velha. O seu corpo está voltado para a direita, mas sua cabeça para a esquerda. Ele representa um momento de indecisão entre o novo e o velho ou entre o arriscado e o seguro. Recomenda reflexão.
VII - O Carro - Equilíbrio, segurança, domínio, sucesso, triunfo, aproximação amorosa e realização. É o símbolo do sucesso. Aparece como o senhor que controla os cavalos e sabe dar a direção que quiser à sua vida. O Carro mostra que é necessário tomar as rédeas e controlar as forças psíquicas para conduzir a vida ao caminho que nós escolhemos.
VIII - A Justiça - Austeridade, imparcialidade, integridade, disciplina, decisão e prontidão. Significa o equilíbrio tanto na vida prática quanto na espiritual. Ela alerta para o senso de justiça que todos devemos ter. O broto verde que aparece no canto esquerdo simboliza a esperança de que a justiça seja feita.
IX - O Eremita - Informação, sabedoria, paciência, discrição, conhecimento, estudo e prudência. É a essência da sabedoria. Aquela que só se alcança com a experiência de vida. Seu manto azul mostra que ele está recoberto de fé no seu conhecimento. A lamparina que traz na mão significa a luz da verdade. O eremita é bom e nos remete a busca do que há de mais sincero dentro de nós.
X - A Roda da Fortuna - Destino, mudança, ascensão, iniciativa e êxito. Quer dizer que o mundo gira e as coisas mudam. O que hoje parece ser uma coisa, amanhã pode ser outra. Representa mudanças ou, muitas vezes, aponta para o SUCESSO inesperado.
XI - A Força - Inteligência, sucesso, magnetismo sexual, poder invencível, maturidade, domínio do "eu" e harmonia. A mulher com expressão tranqüila consegue controlar o animal. Ela mostra que precisamos dominar o lado instintivo, os impulsos, para que atuemos com mais suavidade e beleza interior diante dos problemas.
XII - O Enforcado - Idealismo exagerado, abnegação, perfeição moral, excitação, falta de vontade, traição e abandono. Repare que ele não está pendurado pela mão e sim pelo pé, e não parece estar sufocado. Pelo contrário, tem uma expressão serena com as mãos nos bolsos, como se estivesse observando. Isso quer dizer que, às vezes, temos que olhar as coisas por um outro ângulo para que posamos compreendê-las. É necessário dar uma parada para ver se não estamos esquecendo de levar algo em consideração.
XIII - A Morte - Transformação, renascimento, libertação dolorosa, mudança de país, cidade ou casa, lucidez mental, insegurança financeira. Como o nome não está no pé da carta e sim em cima, esse arcano não representa a morte, mas a superação e a transformação para algo novo. Como é predominantemente bege, aponta para mudanças no campo material. E, como as folhas caídas no chão do desenho, nós também temos que derrubar algo de nossas vidas para dar espaço ao novo, assim fazem as árvores no outono.
XIV - A Temperança - Equilíbrio, autocontrole, serenidade, harmonia, paciência e ESTABILIDADE . É a virtude universal, que derrama a água do seu jarro azul (o espírito) para o jarro vermelho (a força). Mostra a importância do equilíbrio interior, da moderação.
XV - O Diabo - Força misteriosa, egoísmo, sedução sem escrúpulos, SUCESSO por meios ilícitos e punição. Rege as grandes forças instintivas, a sexualidade, o vigor físico e o poder de atração. Ele também é o senhor do medo. Para se viver bem é preciso superar esse medo, conseguindo, então, dominar nossos instintos.
XVI - A Casa de Deus ou a Torre - Destruição, dificuldade, presunção, orgulho, fracasso, vaidade, timidez e malogro. Nesta carta, um raio aparece destruindo uma torre e fazendo com que as pessoas caiam. E é isso que ele representa: a destruição de algo estabelecido. Mas, se você olhar com atenção, vai notar que a queda não é mortal. E ela é à busca de algo novo. Após a destruição, o novo aparece.
XVII - A Estrela - Esperança, inspiração criadora, otimismo, autocontrole, energia, satisfação. Aponta para a realização dos ideais. São sete estrelas e uma grande no centro, representando a concretização de algo que se deseja muito. Os jarros de água sendo derramada significam que uma nova vida começa quando conseguimos realizar nossos ideais.
XVIII - A Lua - Obscuridade, advertência, forças ocultas, desilusão, entorpecimento e superficialidade. É o nosso inconsciente, sempre apontando para as sensações mais profundas que, muitas vezes, não conseguimos explicar e preferimos não ver. É preciso olhar para dentro e descobrir o que nos faz sentir de determinada maneira ou o que nos mantém presos a uma certa situação.
XIX - O Sol - Realização, felicidade, entusiasmo, sinceridade, prazer. É a claridade que nos permite ver as coisas e perceber bem a realidade que estamos vivendo. Ele traz segurança. Mas preste atenção nas crianças; elas mostram que quando estamos transparentes, sem mistério, ficamos com a pureza INFANTIL .
XX - O Julgamento - Renascimento, libertação, iluminação do caminho, sentimento de justiça, gênio inventivo, revelação de desígnios ocultos e saúde física. Remete ao apocalipse, onde os puros de alma se levantam ao som das trombetas. Repare que os corpos são beges, mas seus cabelos são azuis, ou seja, suas mentes estão plenas de fé e emoção. O Julgamento diz que temos que ir em busca do que há de mais puro em nós mesmos. Encontrando o que restou de bom, podemos superar nossos problemas.
XXI - O Mundo - Sorte, recompensa, realização, finalização de obras, integridade e totalidade, encontro de AMOR , lucidez, liberdade e felicidade. É a realização plena e total. A carta mostra uma figura envolta numa guirlanda que começa azul, passa pelo vermelho e chega ao amarelo. Isso quer dizer que, usando nossas emoções e nossa força física, conseguimos alcançar a inteligência e a sabedoria. As quatro figuras que aparecem nos cantos representam os quatro elementos da natureza que conferem equilíbrio ao mundo. Representa a síntese de tudo que conhecemos.

O Louco - Isolamento, precipitação, loucura, confusão. É o único que não tem número. Por isso, mesmo significa liberdade. Ele olha para o infinito e, com isso, mostra que a vida é muito mais do que vemos e a FELICIDADE pode estar além das aparências da vida cotidiana. Tem apenas uma trouxinha com o essencial e, no entanto, tem uma expressão tranqüila. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que é realmente importante

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A TORRE - MEU ARCANO PESSOAL


A minha amiga e ex-aluna, Verônica Abugoche (Vê), me enviou um e-mail com esse material sobre o Tarôt, que a partir do nosso nome, a gente fica sabendo quem é o nossso Arcano pessoal e algumas das nossas características de personalidade. O meu Arcano é a carta 16 - a TORRE. Veja como é,

Cálculo do Arcano Pessoal

©® Giancarlo Kind Schmid (direitos reservados) Gravuras: "Rider Tarot" - Arthur Edward Waite - desenhos de Pamela Smith

Um dos estudos mais fascinantes dentro do Tarot é o que combina a Numerologia (Gematria), a análise do nome e as lâminas do Tarot. Esse estudo tem estreita relação com a Kabbalah e aponta para aspectos muito importantes na prática com o Tarot. Um trabalho que acho fascinante é a TABELA MEDIEVAL DE BONGO que tem relação com a Kabbalah. Vamos fazer um pequeno estudo de nosso nome, para saber qual é o seu Arcano Pessoal?
Sigam estas duas dicas, para que os cálculos sejam efetuados corretamente:
- As mulheres casadas devem fazer a análise a partir do nome de solteira (batismo);
- Jr. (Júnior), Filho, Neto ou Sobrinho - não precisam ser digitados (Ex. João Oliveira Filho, digite: João Oliveira).
Agora é só digitar seu nome e clicar no botão Calcular...
Diga seu nome :

Eu escrevi meu nome e deu o seguinte:

Seu Arcano Pessoal é: 16 - A TORRE
Palavras-Chave: Fim da Ilusão e Reestruturação

Um acontecimento marcante a nível psicológico ocorreu aos 16 anos;
Empenho e busca da verdade;
Se cobra muito;
Pode ter prejuízos por neglingência;
Cuidado ao assumir posições de comando;
Realismo;
Escravo(a) da imprevisibilidade;
Testes de fé e otimismo;
Cuidado com as precipitações;
Quebra velhos valores;
Evite a rigidez consigo mesma;
Não seja radical;
Atenção a acidentes pessoais;
Fortificou-se ou amadureceu através de uma perda;
Convicções poderosas;
Postura honesta;
Fidelidade aos seus princípios;
Não se deixe sucumbir pelas preocupações;
Respeite as hierarquias;
Capacidade construtiva e moderação;
Tem que estar 24 horas com os "pés no chão";
Tire sua "armadura" emocional;
Personalidade marcante;
Vença o pragmatismo ou toda sistemática;
Nunca tenha preconceitos;
Voe baixinho (e depois poderá atingir as alturas);
Evite o fatalismo;
Sintonizado(a) psiquicamente com cataclismas e mudanças no mundo; Exerça com sabedoria seu poder;
Não seja apressada;
Íntegra e direta nas opiniões;
Trabalhe suas culpas;
Confronta o fanatismo;
Não faça "tempestade de um copo d'água";
Luta para manter a segurança material;
Não imponha nunca;

Zela pela segurança alheia;
Crises de identidade quando adolescente;
Trabalhe o pessimismo ou indiferença;
Cuide da coluna vertebral, articulações, atenção a cortes ou queimaduras; Tem o poder de derrubar a falsidade ou desmascarar os outros;
Perdas estranhas podem acontecer;
A humildade é caminho para o sucesso;
Quer entender tudo ao mesmo tempo;
Vire a página das antigas dores;
Coordene seu trabalho paralelamente ao emocional;
Vá fundo em si mesma;
Valorize tudo o que tem e agradeça;
Não se puna;
Evite os deprimidos ou pessimistas.


Muita coisa bate, outras nem tanto. Não deixa de ser interessante (MIF)



ARTIGO DO HOMERO



Recebí do meu amigo, conterrâneo e colega de infortúneo do magistério, Homero. Compartilho

Política sem partidos ou democracia real, já!

Homero de Oliveira Costa prof. Ciência Política da UFRN

“Tomemos as ruas, exijamos o que é nosso” (um dos slogans do movimento Democracia Real, Já).


No último domingo, dia 22 de maio, houve eleição na Espanha. Mais de 35 milhões de pessoas foram às urnas para eleger governos de 13 das 17 comunidades autônomas. Foram eleitos 8.116 prefeitos, cerca de 69.000 vereadores e 824 deputados dos parlamentos. Houve eleições para as juntas gerais do país Basco, dos conselhos insulares de Baleares, do Conselho Geral de Aran e o de Navarra. O resultado desta eleição foi uma grande derrota do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol) do Presidente José Luis Rodriguez Zapatero, que estava no poder desde 2004. A vitória foi do Partido Popular (que de popular só tem o nome). Foram quase 10 pontos de vantagem: 37,58% contra 27,81% (nas eleições de 2007, O PSOE teve 34,92). O PSOE perdeu em duas importantes cidades: Barcelona (no poder desde 1979) e Sevilha.
No entanto, um dos fatos mais importantes destas eleições, considerado um dos acontecimentos históricos sem precedentes desde o fim da ditadura do general Franco (1939-1976) e a instauração da democracia no país, foi à criação do movimento que ficou mais conhecido como Democracia Real, Já! Ou M15 (dia da criação do movimento, 15 de maio).
Formado fundamentalmente por jovens, mas também por militantes sociais sem vinculações partidárias e tendo como base de divulgação e mobilização as redes sociais, organizou, ao longo da campanha eleitoral, inúmeros protestos em mais de 60 cidades da Espanha e que se estendeu por outras cidades européias, como Milão, Paris, Berlin, Bruxelas, Florença, Londres, Porto, Lisboa, Coimbra etc. e na América do Sul, em Bogotá e Buenos Aires. Estima-se que, apenas na Espanha, mais de 130 mil pessoas participaram das manifestações.
O pano de fundo desse movimento é a crise européia que atingiu duramente a Espanha, assim como a Grécia e Portugal. Na Espanha, a taxa de desemprego ultrapassa os 20%, atingindo principalmente os jovens que tem taxa de desemprego acima de 40%. (a taxa de desemprego juvenil mais alta da Europa) e não por acaso, são justamente os jovens os mais ativos nas manifestações de ruas.
A critica dos participantes do movimento não é apenas ao governo “socialista” de Zapatero, como aos partidos políticos e os políticos em geral. Em seu manifesto deixa claro que é um movimento anti-partidos, anti-sindicatos, mas não anti-político.
Suas reivindicações são: mais impostos sobre os ricos, mais empregos, melhores salários, críticas às restrições econômicas do governo e uma reforma eleitoral que torne a verdadeiramente democrático o sistema representativo.
Como disse Antoni Gutierrez - Rubi no artigo “Presidente, até a praça” publicada no jornal El pais (20/5/2011) “No domingo, os partidos políticos, incluindo os sindicatos e representantes do governo, perderam o privilegio exclusivo da representação”. As manifestações mostraram que é possível se organizar politicamente sem eles, como ocorreu nas rebeliões dos países árabes que, segundo os organizadores do movimento, também inspiraram as rebeliões na Espanha.
Para Gutierrez - Rubi a crítica aos partidos e os políticos não é recente nem conjuntural. Para ele “O desconforto vem de longe. Há anos diversas instituições responsáveis por medir o estado da opinião pública alertaram para o fato inexorável de que três em cada quatro pessoas tem opinião negativa ou muito negativa dos partidos e dos políticos”.
E não apenas na Espanha, pesquisas feitas em diversos países, tanto pelo Instituto Latinobarômetro em relação à América Latina, como o Eurobarômetro em relação à Europa, constataram em diversas pesquisas a descrença nos partidos, nos parlamentos e nos políticos. E não é recente. Analisando dados da pesquisa do eurobarômetro de 1997 Russel J. Dalton, Ian McAllister e Martin Wattemberg no artigo “Democracia e identificação partidária” afirmam que “De um modo mais geral, os dados revelaram que a confiança nos partidos políticos registrava uma média de apenas 16% em toda a União Européia, um valor muito inferior ao nível médio de confiança pública em quinze instituições sociais e políticas incluídas na sondagem. Perante este tipo de dados, poucos ou nenhuns estudiosos defendem actualmente que o apoio público aos partidos políticos e à estrutura do governo partidário está a aumentar nos seus países”.
Para Carlos Taibo analisando os acontecimentos recentes na Espanha “as principais instituições e, com elas, os principais partidos, tem demonstrado enorme capacidade de funcionar às margens do ruído incômodo do que emite a população. Os dois partidos mais importantes ensaiam há tempos, em essência, uma identidade de idéias. Um e outro mantêm em suas fileiras, por certo, pessoas de moralidade mais do que duvidosa. Não é difícil adivinhar o que há por trás: na realidade quem ditam as regras do jogo são as formidáveis corporações econômico-financeiras”.
O PSOE, no centro da crise e principal derrotado nas eleições de 22 de maio de 2011, nunca foi socialista nem operário. O que houve nos últimos anos foram retrocessos em relação aos direitos sociais, salários cada vez menores, desemprego etc. Como diz Caibo “precariedade de toda ordem”.
Assim, reivindicar Democracia Real Já é a constatação de que ela não existe e creio que cabe também para outros países, inclusive o nosso. Ou não?

Comento:

Eu considero que uma nova institucionalidade está em curso com a formação das redes sociais, que a tecnologia da informática possibilita. No Brasil a manifestação que aconteceu na semana passada em Hegienópolis - São Paulo, é um forte indício. As pessoas estão se mobilizando, tomando iniciativas políticas e se manifestando sem o concurso dos partidos políticos, sindicatos e outras instituições formais. É o novo surgindo. Que essa brisa democrática que areja a Espanha e outros países da europa e do oriente, também chegue por aqui e vire um tornado do meio oeste americano, varrendo todo esse lixo político, que infilicita o nosso povo.(MIF)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

VOTAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL

Faz sentido (MIF)

LEI DO CÓDIGO FLORESTAL VOTADA NA CÂMARA EM 24 DE MAIO DE 2011

(VOTAÇÃO POR PARTIDO)

PARTIDO - SIM - NÃO -- TOTAL

PT 45 35 81

PMDB 74 - 74

PSDB 48 01 49

PP 39 - 39

DEM 38 - 38

PDT 21 05 27 (1 abstenção)

PR 31 02 33

PSB 27 03 30

PTB 21 - 21

PSC 17 01 18

PC do B 14 - 14

PPS - 10 02 12

PRB - 11 - 11

PV - - - 12 12

PMN - 04 - 04

PRP - 01 - 01

PRTB - 02 - 02

PSL- 02 - 02

PTC - 01 - 01

PT do B - 03 - 03

TOTAL - 410 63 474


Votação da bancada do Acre na Câmara Federal:

Antônia Lucia – PSC- Sim
Perpétua Almeida – PC do B – Sim
Flaviano Melo – PMDB – Sim
Márcio Bitar – PSDB – Sim
Gladson Camelli – PR – Sim
Taumaturgo Lima – PT – Sim
Sibá Machado – PT – Não
Henrique Afonso – PV ? (Ausente)
O Governo perdeu na votação da Emenda 164 de Henrique Eduardo Alves – PMDB (Anistia os infratores) por 273 (Sim) contra 182 (não)

Minhas considerações:

A votação mostrou que a oposição votou em peso pela aprovação da Lei Florestal, com apenas uma defecção do Deputado do PSDB de São Paulo, Ricardo Trípoli. O PV, votou em bloco contra e esperneou o quanto pôde no plenário; o PMDB também votou integralmente na Lei e ainda conseguiu aprovar a sua Emenda 164, que o Governo achou uma vergonha e está disposto a vetar se o Senado mantiver a Emenda. Isso mostra como ainda é precária a base de sustentação do Governo em temas polêmicos. Dos grandes partidos o PT que teve a bancada liberada pelo seu líder, foi bem dividido para votação, 45 parlamentares votaram sim e 35 votaram não. A Bancada acreana na Câmara votou com o Relator, 6 votos sim, 1 não do Sibá e uma ausência nessa votação do Deputado do PV, Henrique Afonso.

A EMENDA PIOR QUE O SONETO

O Relator, Aldo Rabelo - PC do B, rindo com os ruralistas

Ontem, acompanhei pela TV Câmara, as discussões e a votação da Lei do Código Florestal brasileiro. Quem não é do ramo não têm paciência para acompanhar o processo legislativo para se elaborar uma lei. Essa discussão vem acontecendo há mais de 2 anos e ontem no Plenário da Câmara ainda havia quem quisesse adiar a votação e haja questões de ordem, recurso ao Regimento da Casa e outras manobras legislativas para procrastinar a votação. Fui dormir quase a 1 hora da manhã, mas vi a votação acontecer. O Código foi aprovado por larga maioria com 410 votos a favor e 63 contra. Não conheço em profundidade essa Lei, mas me parece que não ficou muito boa para o meio ambiente, apesar de ter melhorado entre a 1ª versão e a que foi apresentada ontem do relatório de Aldo Rebelo do PC do B. Quando a gente vê Ronaldo Caiado e a bancada ruralista apoiando em peso, é porque aí tem coisa e coisa nociva aos interesses do povo brasileiro. Mas pior que o Soneto (a Lei Florestal) foi a emenda (Emenda 164 do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves), que trata das Área de Proteção Permanente - APP. Foi, como se diz, colocar um jaboti na forquilha. É uma Emenda que, em síntese, flexibiliza o uso dessas áreas e anistia os que cometeram crrimes ambientais. O Governo perdeu por 273 a 182 votos. Agora o texto vai ser apreciado pelo Senado e se for alterado volta à Câmara e se a Emenda 164 for mantida a Presidenta ainda pode vetar os artigos com os quais o governo não concorda. Em síntese: a novela ainda vai ter muitos capítulos. (MIF)

Conheça um pouco do assunto:

A Câmara aprovou o novo Código Florestal na madrugada desta quarta-feira
BBC Brasil | 25/05/2011 07:27

A Câmara dos Deputados aprovou o polêmico projeto do novo Código Florestal, proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP). A proposta, que já sofreu diversas modificações desde que foi apresentada pela primeira vez, dividiu ruralistas, ambientalistas e acadêmicos. Entenda a polêmica em torno do novo Código Florestal:

O que é o Código Florestal?
Criado em 1965, o Código Florestal regulamenta a exploração da terra no Brasil, baseado no fato de que ela é bem de interesse comum a toda a população. Ele estabelece parâmetros e limites para preservar a vegetação nativa e determina o tipo de compensação que deve ser feito por setores que usem matérias-primas, como reflorestamento, assim como as penas para responsáveis por desmate e outros crimes ambientais relacionado. Sua elaboração durou mais de dois anos e foi feita por uma equipe de técnicos.

Como é a proposta do novo Código Florestal?
Desde que foi apresentado pela primeira vez, o projeto de Rebelo sofreu diversas modificações e já foram divulgadas várias versões. As principais diferenças entre ele e o código em vigor dizem respeito à área de terra em que será permitido o desmate, ao reflorestamento dessa área e à punição para quem já desmatou.
Por que ele precisa ser alterado?
Ambientalistas, ruralistas e cientistas concordam que ele precisa ser atualizado, tanto por ter de se adaptar à realidade brasileira, mas também porque ele foi modificado várias vezes por decreto e medidas provisórias e seria necessário algo mais sólido. No entanto, os envolvidos divergiram em relação à urgência de votá-lo. A bancada ruralista queria aprová-lo rapidamente para pôr fim à "instabilidade jurídica", que dá margem a diversas interpretações em alguns pontos polêmicos. Os especialistas defendiam uma modernização, mas queriam adiar a votação para dar tempo a uma discussão mais ampla do projeto. Já a chamada bancada verde quer mudanças, porém diferentes das propostas de Rebelo.

O que são as APPs, um dos principais pontos de discórdia?
As chamadas Áreas de Preservação Permamente (APPs) são os terrenos mais vulneráveis em propriedades particulares rurais ou urbanas. Como têm uma maior probabilidade de serem palco de deslizamento, erosão ou enchente, devem ser protegidas. É o caso das margens de rios e reservatórios, topos de morros, encostas em declive ou matas localizadas em leitos de rios e nascentes. A polêmica se dá porque o projeto de Rebelo flexibiliza a extensão e o uso dessas áreas, especialmente nas margens de rios já ocupadas.

Qual a diferença entre APP e Reserva Legal?
A Reserva Legal é o pedaço de terra dentro de cada propriedade rural - descontando a APP - que deveria manter a vegetação original para garantir a biodiversidade da área, protegendo sua fauna e flora. Sua extensão varia de acordo com a região do país: 80% do tamanho da propriedade na Amazônia, 35% no Cerrado nos Estados da Amazônia Legal e 20% no restante do território. Os ambientalistas criticam a proposta do Novo Código que isentaria a recomposição da reserva legal para pequenos produtores.


Por que ele causa tanta polêmica?
Em junho de 2010, o deputado e relator Aldo Rebelo apresentou uma proposta com uma série de mudanças para alterá-lo. A aprovação final do novo Código emperrou justamente porque ele sofreu críticas de diversos setores políticos, de ambientalistas e de muitos acadêmicos.

A bancada ruralista, que defende boa parte das mudanças propostas originalmente, afirma que o Código Florestal em vigor atrapalha o desenvolvimento do país. Afirmam que ele foi criado em um momento em que a agricultura e a pecuária tinham baixa produtividade e que a alteração é necessária porque é preciso mais terra para ampliar a produção. Sem as mudanças, dizem, não conseguirão suprir a crescente demanda de alimentos e o setor agropecuário brasileiro ficaria em desvantagem no cenário mundial.

Já os ambientalistas rebatem, afirmando que as terras já exploradas são suficientes para dobrar a produção, basta aprimorar a eficiência nas lavouras e nos pastos por meio de tecnologia e uso sustentável na agricultura e pecuária.
Organizações de defesa do meio ambiente - e boa parte da academia - afirmam que as mudanças no Código abrem brechas para aumentar o desmatamento e podem pôr em risco serviços ambientais básicos, como o ciclo das chuvas e dos ventos, a proteção do solo, a polinização, o controle natural de pragas, a biodiversidade, entre outros.
Esse desequilíbrio prejudicaria até mesmo a produção agropecuária, que está diretamente ligada a tais fatores ambientais.

O que é um módulo fiscal?
É uma unidade de medida determinada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) que varia de acordo com o estado. Ele pode medir de 5 a 110 hectares. Em Brasília, por exemplo, um módulo fiscal equivale a 20 hectares, por exemplo, e no Acre a 378 hectares.

O que deve ocorrer após a votação na Câmara?
No passo seguinte, o projeto aprovado segue para ser votado no Senado e, após aprovado, deve ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.




ANIVERSARIANTES DE MAIO

Lia Gabriela (A bisa do "final de Aparício")

Lia, eu e o Dininho no Eu Quero É Sossego

Lia e o irmão Iure

Ontem, 24 de maio, aniversariaram meu irmão Carlos Magno e minha afilhada Lia Gabriela da Socorro e Alex. Carlos foi 61 anos - UMA BOA IDÉIA - sem dúvida. Lia são 7 primaverinhas. As comadres do Carlos devem ter feito uma festa aí em Natal. O aniversário da Lia, comemoraremos no sábado que vem. Parabéns e felicidades para o mano e a afilhada.

terça-feira, 24 de maio de 2011

CARTA DOS BLOGUEIROS DA PARAÍBA

Carta dos blogueiros da Paraíba

Numa realidade caracterizada pela excessiva e flagrante concentração dos meios de comunicação em mãos de poucas empresas, de caráter quase familiar, ligadas por uma extensa rede de dependência econômica e
financeira com grupos e governos de uma potência estrangeira, os movimentos sociais brasileiros alertam para o caráter anti-democrático e
anti-nacional do enorme poder exercido por estas empresas.

O exercício pleno da liberdade de expressão e comunicação, até agora
exercido apenas por uma estrutura oligárquica de propriedade dos meios,
ganha impulso novo com a estrutura descentralizada e participativa
proporcionada pelas redes digitais.

O fato de um/a cidadã/o comum ser agente de comunicação, publicando sua visão de mundo quase sem intermediários, de maneira relativamente fácil e rica em recursos, inaugura um paradigma oposto ao que permanece
vigente e hegemônico no momento.

De forma imprescindível, a comunicação independente alcançou círculos
sociais maiores, de forma a oferecer o contraditório ausente na mídia
corporativa e tradicional, comprometida com uma mesma e ultrapassada
visão unilateral e imperial do mundo e baseada na propriedade exclusiva
de pesadas estruturas de impressão, difusão e produção das informações.

A formação gradual de uma rede anti-hegemônica, em favor da comunicação social efetiva e não exclusivamente de interesses empresariais, foi conseqüência natural não só da evolução técnica, mas também política da sociedade.

É como resultado dessa evolução que se dá o I Encontro dos Blogueir@s e
Redes Sociais da Paraíba. O blogueir@ deve ter noção do seu papel
inovador e revolucionário diante da estrutura oligárquica de concentração dos meios de comunicação, que priva a/o cidadã/o comum da informação objetiva e necessária para a sua vida e visão de mundo.

O blogueir@ consciente é contra a ditadura midiática, a favor da justiça social, da democratização da comunicação e da liberdade de expressão. Neste sentido, o nosso movimento tem um caráter efetivamente plural, amplo, contemplando toda a diversidade dos meios, ferramentas e veículos que operam na rede mundial de computadores.

A blogosfera se articula não apenas pela Internet, mas também em eventos e atos públicos, via campanhas unitárias, plataformas unificadoras, coordenando as suas ações por um novo marco regulatório dos meios de comunicação e por um Brasil mais democrático e justo.

É buscando superar as limitações empresariais e ideológicas em que estão circunscritos os meios estabelecidos que o blogueir@ progressista contribui para a evolução social, oferecendo à sociedade a informação
necessária para melhor tomar suas decisões.

Os blogueir@s da Paraíba somam-se a esse movimento nacional a favor do efetivo direito de informação e comunicação de todos os brasileiros e
brasileiras, como condição essencial de cidadania.

Para garantir esse direito reivindicamos o acesso popular aos meios, em
todas as suas modalidades, de forma especial, o acesso universal à rede
mundial de computadores (Internet), pela implementação do Plano Nacional de Banda Larga público.

Por fim, o/as participantes do 1º Encontro de Blogleir@s e Redes Sociais da Paraíba, reafirmam a premente necessidade de implementação, pelos Poderes Executivo e Legislativo deste Estado, do Conselho Estadual de Comunicação Social, conforme o previsto no artigo V da Constituição
da Paraíba, e em observação às deliberações da 1º Conferência Nacional
de Comunicação (Confecom), e sua etapa estadual, como ferramenta
indispensável ao progresso da democratização da comunicação também no
estado da Paraíba.

João Pessoa, em 20 de maio de 2011.

domingo, 22 de maio de 2011

CHARLES AZNAVOUR CANTANDO PRÁ GENTE



Recebi, do amigo, confrade e conterrâneo, Mário Amorim e compartilho acrescentando o vídeo com a interpretação fabulosa de Aznavour com as filhas. Um espetáculo. Confiram (MIF)



Estimado/a Colega da Extensão Rural Brasileira,

Tenha uma semana saudável.

Abraços

Mário Varela Amorim

Vice-presidente da Academia Brasileira de Extensão Rural-ABER


Ainda Ontem


Ontem ainda , Eu tinha vinte anos

Acariciava o tempo e brincava de viver

Como se brinca de namorar

E vivia a noite

Sem considerar meus dias que escorriam no tempo

Eu fiz tantos projetos que ficaram no ar

Alimentei tantas esperanças que bateram asas

Que permaneço perdido sem saber aonde ir

Os olhos procurando o Céu mas, o coração posto na Terra

Ontem ainda eu tinha vinte anos

Desperdiçava o tempo acreditando que o fazia parar

E para retê-lo, e até ultrapassá-lo

Eu só fiz correr e me esfalfar

Ignorando o passado, que conduz ao futuro

Eu precedia de mim qualquer conversação

E opinava que eu queria o melhor

Por criticar o mundo com desenvoltura

Ontem ainda eu tinha vinte anos

Mas perdi meu tempo a cometer loucuras

Que não me deixa, no fundo nada e realmente concreto

Além de algumas rugas na fronte e o medo do tédio

Porque meus amores morreram antes de existir

Meus amigos partiram e não mais retornarão

Por minha culpa eu criei o vazio em torno a mim

E gastei minha vida e meus anos de juventude

Do melhor e do pior descartando o melhor

Imobilizei meus sorrisos e congelei meus choros

Onde estão agora, meus vinte anos?



Hier Encore

Hier encore, j'avais vingt ans

Je carresais le temps et jouais de la vie

Comme on joue de l'amour

Et je vivais la nuit

Sans compter sur mes jours qui fuyaient dans le temps

J'ai fait tant de projet qui sont restés en l'air

J'ai fondé tant d'espoirs qui se sont envolés

Que je reste perdu ne sachant ou aller

Les yeux cherchant le ciel mais le coeur mis en terre

Hier encore j'avais vingt ans

Je gaspillais le temps en croyant l'arreter

et pour le retenir, même le devancer

Je n'ai fait que courrir et me suis essoufler

Ignorant le passé, conjuguant au futur

Je precedais de moi toute conversation

et donnais mon avis que je pensais le bon

Pour critiquer le monde avec désinvolture

Hier encore j'avais vingt ans

Mais j'ai perdu mon temps a faire des folies

Qui ne me laissent au fond rien de vraiment precis

Que quelques rides au front et la peur de l'ennui

Car mes amours sont mortes avant que d'exister

Mes amis sont parti et ne reviendront pas

Par ma faute j'ai fait le vide autour de moi

Et j'ai gaché ma vie et mes jeunes années

Du meilleur et du pire en jettant le meilleur

J'ai figé mes sourirs et j'ai glacé mes peurs

Ou sont-ils a present, a present mes vingts ans?

PARABÉNS!
Charles Aznavour
22.05.1924

sábado, 21 de maio de 2011

AS 10 AVES DE MAIS BELAS PLUMAGENS










LIÇÃO DE JORNALISMO: DUVIDAR E PERGUNTAR


Pinçado do Blog do Altino Machado. Compartilho.

O IMPORTANTE É DUVIDAR E PERGUNTAR
Luiz Cláudio Cunha, jornalista.

Trechos do discurso proferido por Luiz Cláudio Cunha na solenidade em que lhe foi conferido o título de notório saber pela Faculdade de Comunicação da UNB, em 9 de maio de 2011.

Luiz Cláudio Cunha levou 42 anos para receber um diploma de jornalismo. Nesse tempo de vida profissional, faturou os principais prêmios do jornalismo brasileiro, como o Esso e o Vladimir Herzog, além do prêmio Jabuti, um dos maiores na área literária, com o livro-reportagem "Operação Condor: o seqüestro dos uruguaios — uma reportagem dos tempos da ditadura". O jornalismo O jornalismo é a atividade humana que depende essencialmente da pergunta, não da resposta. O bom jornalismo se faz e se constrói com boas perguntas. O jornalismo de excelência se faz com excelentes perguntas. A pergunta desafia, provoca, instiga, ilumina a inteligência, alimenta o pensamento. Ao longo de milênios, o homem evoluiu seguindo a linha tortuosa de suas dúvidas, das perguntas que produziam respostas, das respostas insatisfatórias que geravam novas questões, que provocavam mais incertezas, mais perguntas. Perguntando, o homem saiu da caverna, cresceu, evoluiu e se definiu como ser pensante. O homem se agrupou em tribos, criou hábitos, estabeleceu regras de convívio, preservou a espécie, expandiu habilidades, depurou a fala, criou a escrita, disseminou experiências, inventou ferramentas, desenvolveu recursos, ganhou qualidade de vida, garantiu o alimento para o corpo e para o espírito.
Um processo civilizatório irrefreável sempre escoltado por perguntas, outras perguntas, mais perguntas.
A Imprensa O governo, qualquer governo, faz mal à imprensa. A imprensa, toda a imprensa, faz bem ao governo – principalmente quando critica. Governo não precisa do 'sim' da imprensa. Governo evolui com o 'não' da imprensa. A proximidade da imprensa com o governo abafa, distorce o jornalismo. A distância entre governo e imprensa é conveniente para ambos, útil para a sociedade e saudável para a verdade.
A Internet (...)
O país vive uma completa democracia, que não se reflete na qualidade do que se vê e se lê no tedioso belicismo da Internet, com raras exceções. Nada, portanto, justifica o sigilo do nome e o abuso de codinomes engraçados ou ridículos que apenas ocultam a pobreza das ideias e o despreparo para a discussão inteligente. Eu, por princípio, só entro no espaço de comentários com meu nome, profissão e cidade, certo de que é um dever meu me qualificar perante quem me lê.
Espaço de uma justa e infinita liberdade, a Internet deveria simplesmente impor a regra da identificação a quem deseja usufruir de seu espaço democrático. Apenas isso. Imediatamente, resgataríamos o espaço e o tempo perdidos para os que não têm a coragem de expor suas ideias, boas ou ruins, com o próprio nome. O fio condutor A biografia é o fio condutor da história. Ela tem, sobre o jornalista, a atração que a luz exerce sobre os pirilampos. Uma bela biografia é isca segura para uma bela reportagem. O poderoso relato de vida das pessoas, simples ou poderosas, faz a diferença para o bom repórter. Nada atrai mais o jornalismo do que o traço e o gesto das pessoas que movem o mundo, que geram ideias, que inspiram exemplos, que arrastam multidões, que transformam os tempos e ganham espaço cativo na estante da história e na memória dos homens. O foco preferencial do jornalismo são as pessoas que dizem 'não', as pessoas que têm a coragem de dizer 'não', a coragem de enfrentar desafios, de contrariar interesses, de rebater dogmas, de fazer as perguntas mais impertinentes, mais abusadas, mais necessárias
.
O 'não' mais corajoso da história foi o do naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882). Ele enfrentou preconceitos, venceu suas origens culturais e superou restrições religiosas para recolocar o homem no seu devido lugar. Seu cérebro prodigioso desfez fábulas celestiais para nos situar, com humildade, apenas como o representante mais inteligente de um mundo animal que tem sua origem comum nas espécies selecionadas pelo elegante, caprichoso, indesmentível mecanismo da evolução natural. Dizer 'não' a Deus e à Igreja, naqueles tempos inflexíveis da ortodoxia vitoriana, define a coragem e a grandeza eterna de Darwin.

Um segundo 'não' vem de um jornalista. Conservador, reacionário, imperialista, rabugento, desbocado, teimoso, beberrão e fumante compulsivo, Winston Churchill (1874-1965) foi grandioso nas atitudes inspiradoras, insuperável na elegância da melhor prosa inglesa, imbatível na fina ironia e invencível na determinação de enfrentar a mais assustadora ameaça do século 20: Hitler e sua ideologia totalitária. Seu granítico "não" salvou a humanidade da submissão ao nazismo. Em cinco dias decisivos de maio de 1940, entre a sexta-feira, 24, e a terça-feira, 28, a Grã-Bretanha estava assombrada pela rendição inesperada da França e o virtual esmagamento das tropas inglesas em Dunquerque. Churchill estava virtualmente só, inclusive dentro do gabinete, que procurava uma saída para o armistício com o III Reich. Opondo-se a Lorde Halifax, o ministro das Relações Exteriores que apoiava a política do apaziguamento com Hitler desde Munich, o primeiro-ministro mudou a história ao dizer 'não" à paz em separado. Se tivesse cedido, a Inglaterra teria saído da guerra e o nazismo triunfaria para sempre, com seus aliados da Itália e Japão.

Um terceiro 'não' veio de Ulysses Guimarães (1916-1992). Seu maior momento foi nas praças de todo o país, comandando multidões nas Diretas-Já, e sua melhor fala foi na noite de Salvador de 1978, no simbólico 13 de maio, quando repeliu de dedo em riste os soldados e os cães que tentavam acuá-lo, produzindo um 'não' encharcado de dignidade: "Respeitem o líder da Oposição! Baioneta não é voto e cachorro não é urna!". Ainda assim, na autobiografia que acaba de lançar, José Sarney ousou qualificar Ulysses como "um político menor". Esqueceu de dizer que, diferente de Ulysses, ele foi o político menor que disse 'sim' ao Pacote de Abril de 1977 que fechou o Congresso, que cancelou as eleições diretas para governador e que inventou o monstrengo do senador-biônico. No fecho da Constituinte, em 1988, Ulysses proclamou: "A censura é a inimiga feroz da verdade. É o horror à inteligência, à pesquisa, ao debate, ao diálogo". Hoje, nesta segunda-feira, 9 de maio, completam-se 647 dias de censura ao jornal O Estado de S.Paulo, patrocinada pela família Sarney -- agora sem baioneta e sem cachorro.

O quarto 'não', expresso pela costureira negra Rosa Parks(1913-2005), mudou a história dos Estados Unidos. Ela tinha 42 anos quando se recusou a ceder o lugar a um branco, no ônibus da cidade de Montgomery, e foi presa. O gesto incendiou Alabama e o país inteiro, que viu o primeiro boicote à segregação. Os negros começaram a andar a pé, de bicicleta, mula, carroça ou em táxis de negros que cobravam 10 centavos, a mesma tarifa dos ônibus agora vazios. A desobediência civil desatada pelo 'não' de Parks levou, um ano depois, em dezembro de 1956, à decisão histórica da Corte Suprema proibindo a discriminação na cidade, passo fundamental para garantir os direitos civis aos negros em todo o país.

Leonel Brizola também disse 'não'. Às 3h da madrugada de domingo, 27 de agosto de 1961, as luzes estavam acesas nos porões do Palácio Piratini, em Porto Alegre, para um 'não' que mudaria a história do país. O governador gaúcho não aceitou o veto dos militares à posse do vice-presidente Joao Goulart e começou ali, pelos microfones das rádios Gaúcha e Farroupilha, uma série empolgante de discursos através da rede de 104 rádios em defesa da legalidade constitucional. Foi um movimento popular tão arrebatador que o general Machado Lopes, comandante do III Exército, não conseguiu dizer 'sim' ao golpe – e, nove horas após a primeira fala de Brizola, aderiu à Campanha da Legalidade, determinando o seu sucesso pela imprevista cisão militar.

Os Estados Unidos começaram a dizer 'não' à guerra do Vietnã na pequena aldeia de My Lay. Na manhã de 16 de março de 1968, um helicóptero sobrevoou o local bombardeado e notou corpos de civis com vida. Ao aterrissar, o piloto Hugh Thompson Jr. (1943-2006) percebeu que os soldados estadunidenses disparavam em mulheres, velhos e crianças. Discutiu com o comandante da operação sobre o resgate de civis feridos numa cabana, e o oficial disse que iria tirá-los dali com granadas de mão. Num gesto inédito na história militar americano, ele apontou as metralhadoras contra o pelotão americano, avisando que iria atirar se eles não recuassem. Recuaram e várias vidas foram salvas. Mas já tinham sido mortos entre 350 e 500 civis, o maior massacre de civis na guerra do Vietnã. Inicialmente perseguido por seus chefes, Thompson acabaria recebendo, 30 anos depois, a Medalha do Soldado, a mais alta condecoração do Exército para atos de heroísmo fora de combate. O 'não' de Thompson foi um ponto de inflexão no apoio à guerra em território americano. A partir dali, cresceram as manifestações pela retirada dos Estados Unidos do Vietnã.

O 'não' do capitão Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho (1930-1994) impediu que a tropa de elite da Aeronáutica, o Para-Sar, treinada para salvar vidas, se tornasse um esquadrão da morte. Conhecido como 'Sérgio Macaco', ele disse 'não' ao nome mais temido da FAB, o notório brigadeiro João Paulo Burnier. No tenso 1968, o brigadeiro era o expoente da linha-dura que imaginava explodir o Gasômetro, a central de gás encanado no Rio de Janeiro, ao lado da rodoviária, num momento em que 100 mil pessoas transitavam pelo local. A culpa seria jogada nos comunistas, pretexto para endurecer o regime. Apesar de ter sido preso, expulso da FAB e cassado em dezembro pelo AI-5 que ele abortou em junho, a recusa de Sérgio Macaco desarticulou o plano terrorista e salvou milhares de vidas. (...)

Quando fui chamado para trabalhar na revista Veja em Porto Alegre, em 1971, o chefe da sucursal era Paulo Totti. Aos 32 anos, era o mais talentoso jornalista do Rio Grande do Sul, a melhor escola que um repórter poderia ter. Em dezembro de 2007, cinco meses antes de completar 70 anos, Totti conquistou o Prêmio Esso de Economia com uma reportagem sobre a China, publicada no diário Valor Econômico. O melhor jornalista gaúcho há 40 anos é ainda hoje um dos grandes repórteres brasileiros. É dele esta frase consoladora:
- A função do repórter é a única que vai sobreviver no jornalismo do futuro. Sempre vamos precisar, no futuro, de alguém que pergunte. Totti disse e eu completo: o importante - ontem, hoje e sempre - é duvidar e perguntar. Espero que o título honroso que a UnB hoje me confere seja o reconhecimento não às respostas que obtive, mas às perguntas que fiz ao longo destas últimas quatro décadas. Muito obrigado".

PALAVRAS CONTRA-INDICADAS NO TRABALHO

Nove palavras e expressões contra-indicadas no trabalho

Em artigo na Forbes, a autora Linnda Durre elege as palavras mais negativas de um ambiente de trabalho.
Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as piores nove expressões e palavras para se dizer no trabalho.
Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".
Sonia faz uma ressalva para uma das escolhas da lista publicada na Forbes.com, em relação à expressão "Eu não sei". A diretora não vê problemas em usá-la quando você realmente não sabe a resposta. É melhor usar 'eu nao sei', seguido de 'vou procurar a resposta', do que fingir que sabe. "Dizer 'eu nao sei' é sábio, desde que venha a parte da proatividade depois", diz. Confira a lista de Linnda abaixo:

1 - Vou tentar
O que realmente significa: "não quero fazer, mas não vou dizer isso agora"
Como driblar: "Ponha paixão no seu trabalho", recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora - e não porque você não deu seu melhor.

2 - Tanto faz
O que realmente significa: "quero me livrar desta proposta logo"
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.

3 - Talvez e 4 - Eu não sei
O que significa: "não quero tomar uma decisão"
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.


5 - Eu te dou um retorno
O que significa: "quero adiar o andamento deste projeto"
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: "quando voltamos a nos falar?". E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.

6 - Se
O que significa: "quero jogar a culpa nos outros"
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como "se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha". É preciso entender que cada um tem sua parte - e não se apoiar nisso.

7 - Sim, mas...
O que significa: "não quero me envolver no projeto"
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer "sua ideia é ótima, mas...", está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.

8 - Eu acho...
O que significa: "não me importo o suficiente"
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.

9 - Vamos ver
O que significa: "quero evitar confronto"
Como driblar: para Linnda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder "Vamos ver"? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra