sábado, 28 de março de 2009

SEIS PONTO UM - 61

Aos 61, de bem com avida e brigando com o computador
Minha Certidão de Nascimento



Minha Carteira de Trabalho de 07-12-1971.


Minhas caras de estudante


Eu( rindo desde pequeno) e Ailton em Fernando de Noronha (acho que é em 1950)


Essa foto era do tempo que eu fumava (início dos anos 50)

E agora me lembrei de uns versos, que o meu irmão Rogério, diz quando vai tomar uma de cachaça ou outra bebida qualquer:

"No tempo que eu bebia, fumava, jogava e fodia

Todo mundo dizia que eu era um perdido.

Agora eu não bebo, não fumo, não jogo e nem fôdo,

Estou perdido de tôdo.
Por isso agora eu vou beber, fumar, jogar e fuder,

Que é prá todo mundo saber, que:

Quem bebe, fuma joga e fode é porque pode."




Neste 29 de março, do ano da graça de 2009, estarei completando 61 anos de existência, resistência, e persistência. Como disse Millôr Fernandes: "É o meu consôlo. Dá vida, só me tiram morto." Sexagenário, sim! Mas, com tudo funcionando -MO-DE-RA-DA-MEN -TE.... Continuo com todas as peças originais e sem recauchutagem, apenas com uma solda no braço esquerdo, quebrado no último dia do ano de 1989, num "baba" (é como chamam pelada de futebol na Bahia) na Boca do Rio em Salvador. Alguns síntomas da PVC (a porra da velhice chegando) já começam a colocar as manguinhas de fora. É a pressão arterial tendo que ser controlada, um início de artrose nos joelhos, um pouco de obesidade e o charme dos cabelos grisalhos, que já me dão motivo para que eu cante: "Meus cabelos cor de prata/ São beijos de serenata/ Que a lua mandou prá mim/ Os meus cabelos grisalhoa são pingos brancos de orvalho/Num tinteiro de nanquim/Estes meus cabelos brancos/Que hoje estão da cor dos bancos/Solitários de um jardim/ Já sentiram muitos dedos /e ouviram muitos segredos / Que elas contavam prá mim/ Se hoje estão desbotados /É porque foram beijados/Com muito amor e emoção/ E os beijos foram tão puros/ Que os meus cabelos escuros/Ficou da cor do algodão/Eu fiz tantas serenatas/ que a lua banhada em prata/Mandou mil beijos prá mim/ E os beijos foram tão puros/ Que os meus cabelos escuros /Ficaram brancos assim." (Cabelos Cor de Prata - Sílvio Caldas e Rogaciano Leite) Em 1970, na praça Gentil Ferreira em Natal, ví um show do Sílvio Caldas e tive o privilégio de pegar o seu autógrafo. Foi um dos bons momentos que tive na vida. Eis o autógrafo, que hoje , para mim, se constitui numa peça sentimental e histórica.





Autógrafo de Sílvio Caldas
A comemoração , em família, foi no meu quintal "Eu Quero É Sossego". Eró fez um peixe com camarão, de "juntar menino", uma galinha no alho e uma rabada no tucupi e o meu compadre Alex Fez um churrasquinho. Tudo da melhor qualidade acompanhado de umas Skol. Estiveram presentes seu Adão e D. Marluce (vizinhos da Chácara) Jesus, Junior, Mara e Iure e D. Rocilda.
E agora o "princeso" Paulinho da Viola vai cantar para mim, uma letra quase autobiográfica. EU SOU ASSIM./QUEM QUISER GOSTAR DE MIM EU SOU ASSIM.




Um comentário:

Leonardo disse...

Parabens meu amado tio....Q deus te abençõe. Vc q tem um coração maravilhoso e bondoso.....So tem q para de malha dos outros.rsrsrsrsr beijos do Leo e Amara.