sábado, 19 de dezembro de 2009

PRESENTE DO CIRO



Recebi do "colega de infortúneo", Ciro Faro, sua tese de Mestrado publicada em livro: "Erasmo ou a loucura nossa de todo dia. Com a seguinte dedicatória: "Ao professor Marcos Inácio Fernandes com grande estima. Um forte abraço. Muito obrigado. ciro 07/12/2009.
O Ciro passou uma temporada no Acre, onde trabalhou na SEATER e no Plano Diretor de Rio Branco e deu aulas em faculdades privadas.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

2º CADERNO DE EXTENSÃO AGROFLORESTAL


Na 5ª feira, próxima passada, (10/12/2009), foi lançado o 2º Caderno de Extensão Agroflorestal: Metodologias Participativas e Organizativas. -"A Arte de Caminhar pelos Varadouros da Extensão Agroflorestal." O evento foi prestigiado por extensionistas de todo Estado do Acre, do Secretário da SEAPROF, Nilton Cosson; O superintendente do INCRA, Carlos Augusto (Cardoso); o chefe da EMBRAPA, Judson Valentim; Paulinho do IDAF; representantes do Banco do Brasil e do Banco da Amazônia e do Diretor do DATER, Argileu Martins da Silva, que nos deu o prazer de sua presença, pela 1ª vez, no Acre.

O caderno é de minha autoria e foi organizado a partir do acúmulo já existente sobre o tema no serviço de Extensão Rural do Brasil. Não foi nenhuma "invenção da roda". O meu trabalho consistiu em sistematizar o que já havia sido escrito sobre os métodos, meios e metodologias e processos organizativos, pinçando as abordagens que mais se ajustavam a nossa proposta de Extensão Agroflorestal. O documento contempla, nos seus anexos, a "Linha do Tempo" e uma cronologia da Extensão, no Brasil e no Acre, além de uma Matriz Referencial dividida por períodos. O Caderno está dedicado aos trabalhadores rurais do Acre. Olha a Capa aí.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O ACRE NA COP 15







Binho defende pagamento por serviços ambientais em Copenhague
Mariama Morena
14-Dez-2009
Governador também apresentou a política ambiental do Acre no Fórum de Governadores, realizado durante Conferência sobre o Clima, na Dinamarca





Governador Binho Marques fala sobre propostas do Acre durante o Fórum de Governadores da Amazônia na Dinamarca (Foto: Agência de Notícias do Acre)
O Governador Binho Marques fez nesta segunda-feira, 14, sua primeira participação na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Copenhague, na Dinamarca. Ele participou do Fórum de Governadores da Amazônia, onde cada governador apresentou sua proposta para redução do desmatamento e emissão de gases poluentes.
Na proposta apresentada pelo governador do Acre, a principal defesa foi pelo pagamento por serviços ambientais. "O pagamento de serviços ambientais é o ideal econômico da Florestania", disse Binho Marques.

A trajetória do Acre na defesa pela floresta também foi outro tema de destaque na fala do governador acreano. "Chico foi o primeiro a entender que a presença das populações tradicionais era a única força capaz de impedir o avanço do desmatamento no Acre e em muitas regiões da Amazônia".

Segundo Binho Marques, o Acre possui hoje as melhores propostas para Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). "O Acre tem a mais antiga experiência de conservação da floresta. Mas nem por isso estamos livres de ameaças", disse o governador.

Ele lembrou ainda que a preservação deve estar pautada não apenas na preservação da floresta, mas também em quem vive nela. "Para nós, salvar florestas é melhorar o mundo salvando árvores, animais e, principalmente, pessoas".

Após o Fórum de Governadores, Binho Marques participou da mesa de negociação dos chefes das delegações dos 192 países que estão na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, onde se discutiu uma proposta para que os países emergentes contribuam para o fundo de combate ao aquecimento global. No evento, a ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu que mais importante do que discutir a participação dos emergentes no fundo é saber se os países ricos estão dispostos a adotar metas mais ousadas do que as anunciadas até agora para atingir o objetivo da convenção: reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa entre 25% e 40%, até 2020.