A Revista Retratos do Brasil, desmonta o julgamento do "Mensalão". Vídeo esclarecedor. (MIF)
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
DIA DE HOJE NA HISTÓRIA

Olga Benário, judia alemã e militante comunista, 28 anos, grávida de 7 meses, é entregue à Gestapo nazista em meio à onda repressiva pós-1935. Terá a filha Anita Leocádia em um cárcere alemão e morrerá, na câmara de gás, em 1942. Olga, presa no Rio, após interrogatório .
Na época quem presidia o Supremo era Hermenegildo de Barros. Foi ele quem autorizou a deportação de Olga, uma das páginas mais vergonhosas da Magistratura e da história do Brasil.
Mereceu esse poema de Aprígio dos Anjos, que era irmão de Augusto dos Anjos.(MIF)
Cheio de múmias e quadrupedantes,
Vejo pingüins passarem por gigantes
E analfabetos por jurisconsultos.
Acórdãos de sentidos claudicantes,
Na feitura de juízes semicultos
Criam formas bizarras e tumultos,
Que escapa à perícia de Cervantes.
A balança da lei não tem mais pratos,
Desde de que sucumbiu Poncius Pilatos,
Desgraçou-se a justiça de uma vez.
Ele ao menos conforme a bíblia ensina
Lavava as mãos escuras com benzina,
Coisa que Hermenegildo nunca fez!"
(Aprígio dos Anjos)
sábado, 21 de setembro de 2013
EXCELENTE FILME!! RECOMENDO.
Ontem loquei na Theny Video o filme Fonte das Mulheres, que trata da submissão milenar das mulheres, principalmente em países Mulçumanos de Fundamentalismo Religioso. No lugarejo retratado pelo filme, quem abastecia a cidade de água, transportada com muita dificuldade de uma fonte no cimo de uma montanha cheia de pedras, era as mulheres. Então elas resolvem fazer uma "greve" de sexo para mudar essa situação desencadeando verdadeiro pandemônio na comunidade.
No final somos brindados com esse diálogo onde uma das líderes do movimento diz: "A fonte das mulheres é o amor" (MIF)
Sinopse e detalhes do filme:
Em um pequeno vilarejo, situado entre o Norte da África e o Oriente Médio, as tradições islâmicas são seguidas a risca. Entre elas, a existência da mulher como procriadora é regra básica, mas existe uma que faz com que elas sejam as responsáveis por buscar água em um local distante e de difícil acesso, restando para os homens a tarefa de matar o tempo bebendo e falando da vida. Certo dia, Leila (Leila Bekthi), uma das mais jovens e alfabetizadas do grupo, resolve que a melhor maneira de mudar esse cenário, fazendo com que os homens assumam esta tarefa, é cortar o que eles mais gostam: o sexo. A polêmica decisão do grupo acaba interferindo nas relações entre os habitantes e provocando provocar uma verdadeira revolução cultural no povoado e mudando para sempre as suas vidas.
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